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Outubro Rosa: reprodução assistida ajuda mulheres a serem mães

Um dos maiores efeitos negativos dos tratamentos para o câncer é a infertilidade.

Ainda que a sobrevivência seja o principal foco do cuidado com o paciente de câncer, a qualidade de vida após o tratamento é cada vez mais discutida e deve ser levada em consideração.

No caso do câncer de mama, por exemplo, o tratamento pode levar à infertilidade.Mas, com o suporte das técnicas de reprodução assistida, pacientes diagnosticadas com o segundo tipo de câncer que mais afeta as mulheres no mundo e no Brasil, têm mais chances de engravidar.

Em casos mais extremos, de mulheres com mutações nos genes associados também a câncer de ovário, pode ser necessário até a retirada dos ovários, o que gera a necessidade de utilizar métodos de reprodução assistida.

Segundo especialistas, não é seguro engravidar logo após o tratamento do câncer de mama, pois existe uma correlação entre alguns tipos de câncer de mama com os hormônios produzidos pelos ovários, que são elevados durante a gestação. Sobrevida de qualidade para as futuras mães – Após o tratamento e passado o período crítico do retorno do câncer, a mulher corre menos riscos ao engravidar.

congelamento de óvulos é, em muitos casos, indicado, antes dos tratamentos como a quimioterapia e radioterapia. Cerca de 89% das pacientes se sentem seguras com o procedimento. A estimulação ovariana convencional é uma alternativa apropriada apenas para mulheres que não apresentam tumores sensíveis a hormônios.

Congelamento de óvulos no Brasil – Dados apontam que 78.216 embriões foram congelados no Brasil – um aumento de 17% em relação ao ano de 2016, quando foi registrado 66.597 congelamentos. Em São Paulo, por exemplo, foi registrado um aumento de 176% nos procedimentos de criopreservação de óvulos.

Fonte: https://www.guiadobebe.com.br/outubro-rosa-reproducao-assistida-ajuda-mulheres-a-serem-maes-apos-cancer-de-mama/